No último sábado14/05, a oposição alternativa fez uma reunião no DCE da UEM (Universidade Estadual de Maringá), sendo chamada em conjunto com o coletivo de professores de sociologia. Havia entre 40 a 50 pessoas e o debate foi muito importante para entendermos de forma mais acertada o que significa para a educação e, em especial, para os PSSs (tanto professores quanto agentes I e II), o documento enviado por e-mail às escolas, pelo Núcleo de Educação.
Diante da gravidade do documento, a reunião resolveu:
1- Repudiar e lutar contra qualquer intenção do governo em romper os contratos dos PSSs, a não ser aqueles que substituem os efetivados por concurso (PDE ou atestado, por exemplo) ou os chamados por concurso.
2- não à ingerência da direção da escola na aceitação ou não dos contratados por regime PSS;
3- Não às perseguições aos trabalhadores.
E como encaminhamentos:
Ir à sede da APP sindicato conversar com a direção e discutir o apoio da direção do sindicato à essa luta;
Organizar manifestação para dia 24 de maio, com concentração na frente do Núcleo Regional de Educação de Maringá, às 14 horas;
Fazer a divulgação desse ato nas escolas, pela internet, através de blogs, twitter, faceboock, orkut, e-mails, etc;
Elaborar uma material para distribuição nas escolas e uma carta a ser entregue à chefe do núcleo no ato;
Se o governos não recuar, vamos para a porta do núcleo!
terça-feira, 17 de maio de 2011
segunda-feira, 16 de maio de 2011
Oposição é contra o rompimento dos contratos PSS
No último dia 11, muitas escolas receberam e-mails dos núcleos informando que todos os contratos dos PSSs (professores e funcionários) seriam rompidos e que a prorrogação ou não desses contratos dependeriam do diretor da escola.
Primeiro temos que entender que existem 2 situações:
A primeira são aqueles contratos em que os trabalhadores concursados estejam assumindo vagas, ou voltando de atestados médicos, ou PDE, por exemplo. Para a oposição, é lógico que esses PSSs sejam substituídos.
A segunda são aqueles que estão ocupando vagas em que o trabalhador concursado não esteja reivindicando a vaga. Nesse caso, deve-se observar o critério da classificação no concurso e que qualquer tipo de desligamento por infração já está previsto em lei e garantida ampla defesa, não precisa da intervenção da direção da escola.
Por essa razão somos contra qualquer tipo de rompimento de contrato nesse segundo caso e defendemos:
* não à ingerência da direção da escola na aceitação ou não dos contratados por regime PSS;
* Que os PSSs sejam substituídos somernte por concursados;
* Não ao rompimento dos contratos a não ser no caso de substituição por concursados;
* Não às perseguições aos trabalhadores.
Primeiro temos que entender que existem 2 situações:
A primeira são aqueles contratos em que os trabalhadores concursados estejam assumindo vagas, ou voltando de atestados médicos, ou PDE, por exemplo. Para a oposição, é lógico que esses PSSs sejam substituídos.
A segunda são aqueles que estão ocupando vagas em que o trabalhador concursado não esteja reivindicando a vaga. Nesse caso, deve-se observar o critério da classificação no concurso e que qualquer tipo de desligamento por infração já está previsto em lei e garantida ampla defesa, não precisa da intervenção da direção da escola.
Por essa razão somos contra qualquer tipo de rompimento de contrato nesse segundo caso e defendemos:
* não à ingerência da direção da escola na aceitação ou não dos contratados por regime PSS;
* Que os PSSs sejam substituídos somernte por concursados;
* Não ao rompimento dos contratos a não ser no caso de substituição por concursados;
* Não às perseguições aos trabalhadores.
sexta-feira, 13 de maio de 2011
Problemas no blogger
Olá pessoal; por conta de problemas no blogger ficamos sem postar. Daqui a pouco estaremos postando. obrigado pela atenção
quarta-feira, 11 de maio de 2011
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