quinta-feira, 8 de setembro de 2011

Abaixo-assinado 10% do PIB para a Educação Pública Já!

Para:Governo federal

ASSINE O ABAIXO-ASSINADO E JUNTE-SE À CAMPANHA:
QUEREMOS 10% DO PIB PARA A EDUCAÇÃO PÚBLICA JÁ!

"Por que aplicar já 10% do PIB nacional na Educação Pública?"
Manifesto da Campanha Nacional

A educação é um direito fundamental, e pode ampliar a leitura de mundo e comprometer com uma sociedade justa e igualitária. Por isso, a luta dos trabalhadores na constituinte buscou assegurá-la como “direito de todos e dever do Estado”. No entanto, o Estado brasileiro não cumpre sua obrigação Constitucional. O Brasil possui mais de 14 milhões de analfabetos totais e 29,5 milhões de analfabetos funcionais (PNAD/2009/IBGE) – cerca de um quarto da população está alijada de escolarização mínima. Esses analfabetos são basicamente provenientes de famílias de trabalhadores do campo e da cidade, notadamente negros e demais segmentos hiperexplorados da sociedade. As escolas públicas – da educação básica e superior – estão sucateadas, os trabalhadores da educação sofrem inaceitável arrocho salarial e a assistência estudantil é localizada e pífia.

O Plano Nacional de Educação – Proposta da Sociedade Brasileira (1997), a partir de um diagnóstico da realidade educacional, indicou metas para a universalização do direito de todos à educação que implicavam em um investimento público da ordem de 10% do PIB nacional. Naquele momento o Congresso Nacional aprovou 7%, percentual vetado pelo governo FHC e veto mantido pelo governo Lula da Silva. Hoje o Brasil aplica menos de 5% do PIB nacional em Educação. Passados 14 anos, a proposta do governo para o novo PNE em debate no Congresso Nacional define a meta de 7% do PIB para a Educação em... 2020!

Não podemos aceitar o argumento de que não há recursos. O pagamento da dívida pública, as isenções fisciais para o setor empresarial, o recurso público usado para a copa e as olimpíadas, o dinheiro público que se perde na corrupção... Há verba, é preciso reverter as prioridades, garantindo o investimento público na implementação dos direitos sociais universais.


Junte-se à Campanha Nacional Unificada! Construa o Comitê de Campanha no seu estado, as aulas públicas do dia 15 de outubro, o Plebiscito Popular em novembro e defenda a aplicação de 10% do PIB para a Educação Pública já!

ASSINAM ESSE MANIFESTO:
ABEPSS, ANDES-SN, ANEL, CFESS, COLETIVO VAMOS À LUTA, CSP-CONLUTAS, CSP-CONLUTAS/DF, CSP-CONLUTAS/SP, DCE-UFRJ, DCE-UnB, DCE-UFF, DCE UFRGS, ENECOS, ENESSO, EXNEL, FENED, MST, MTL, MTST/DF, MUST, MOV. MULHERES EM LUTA, OPOSIÇÃO ALTERNATIVA, CSP-CONLUTAS/RN, PRODAMOINHO, SEPE/RJ, SINASEFE, SINDSPREV, SINDREDE/BH, UNIDOS PRÁ LUTAR.

Os signatários


terça-feira, 6 de setembro de 2011

Maringá tem Grito dos Excluídos. Praça Raposo Tavares, a partir das 10 da manhã

7 de setembro. Em Sarandi, luta contra a corrupção e por uma nova independência.

Participe da 17° Grito dos Excluídos “Pela Vida Grita a Terra… Por direitos Todos Nós”

O 17° Grito dos Excluídos, neste 7 de setembro, terá como tema “Pela Vida Grita a Terra… Por direitos Todos Nós”. O objetivo é apontar para a necessidade da criação de verdadeiras políticas públicas e sua extensão para todos, sem qualquer tipo de exclusão.

O Grito dos Excluídos já virou uma tradição nos movimentos sindical e popular que, junto com as pastorais sociais, aproveitam a data oficial da independência e levantam temas vinculados a uma verdadeira independência dos trabalhadores.

A CSP-Conlutas entra neste ano no Grito defendendo a garantia e ampliação de direitos. Vamos protestar contra as reformas e cortes no orçamento, defender o não pagamento da dívida pública, (que hoje alcança a marca de R$ 1,8 trilhão) que serve para dar dinheiro para banqueiros e empresários em detrimentos dos direitos sociais.

A CSP-Conlutas realizou uma jornada de lutas vitoriosa. E esse foi apenas o começo de intensas mobilizações que estão por vir, pois em setembro já temos o Grito dos Excluídos, mas, além disso, este é um mês de diversas datas base de importantes categorias. Entre elas, petroleiros, metalúrgicos, bancários, trabalhadores da construção civil, dos Correios e de processamento de dados. A exemplo dos operários das obras de Belém, que estão em greve, algumas campanhas já começam a esquentar e demonstram que há disposição de luta.

Outro exemplo são os professores em Minas Gerais que estão em greve há mais de 90 dias e lutam pelo piso nacional da categoria. Servidores públicos federais também estão mobilizados em todo país por aumento salarial.

Recentemente, estudantes realizaram um processo de mobilização vitorioso em Teresina (PI) no qual conseguiram a revogação do aumento da passagem nos ônibus na cidade.

Vamos aproveitar essas lutas específicas, nos somar ao Grito dos Excluídos e exigir do governo garantia de direitos e o fim da corrupção. Em todo país ocorrerão manifestações.

Em Maringá: concentração na praça Raposo Tavares, a partir das 10 horas;
Em Sarandi: concentração na praça Ipiranga, a partir das 13 horas.