sexta-feira, 20 de janeiro de 2012

NOTA DE PESAR DO GRUPO APP DE LUTA E PELA BASE SOBRE A PERDA DO COMPANHEIRO JOMAR VIEIRA ROCHA

Companheiro Jomar: PRESENTE

Cascavel, 19 de Janeiro de 2012.

É com muita tristeza que familiares, colegas, professores e funcionários de escolas,  ficaram sabendo da trágica notícia da morte do professor Jomar Vieira Rocha, um dos diretores da APP Sindicato, NS de Cascavel e diretor do Colégio Consolata. Muito comprometido com as causas populares, deixará muita saudade em nosso meio.

Nós do Grupo APP de Luta e pela Base, lamentamos profundamente o ocorrido.
Dedicamos esta sincera homenagem a este personagem que, por inúmeras vezes presenciamos seus depoimentos, sua organização para as mobilizações de nossa categoria e que acima de tudo,  sonhava em ver este mundo diferente, verdadeiramente humano.
Nos  solidarizamos com os demais companheiros  esta dor. Principalmente aos filhos e demais familiares que sentirão mais ainda sua falta.

Ficará para sempre em nossa memória, o aprendizado simples,  mas que tem uma importância fundamental em nosso cotidiano: “as mudanças que queremos dependem de nossas lutas coletivas”.

Lembraremos de você Jomar, como alguém incansável, sempre disposto a dialogar, com uma capacidade incrível na organização das atividades sindicais, de forma que todos pudessem opinar sobre os rumos de nossa categoria. Alguém que acreditava no sindicato combativo, que não aceita migalhas e sim, que quer o que nos é de direito enquanto classe trabalhadora.

Saudações a todos neste momento difícil!
Grupo APP de Luta e Pela Base

segunda-feira, 7 de novembro de 2011

Chegou a hora!

A partir de Hoje, vote sim no plebiscito pelos 10% do PIB!

Depois de um ano cheio de lutas e mobilizações de estudantes e professores, de norte a sul do país, chegou a hora de mostrar ao governo federal e governos estaduais que a população brasileira não aguenta mais o descaso histórico com a educação pública. São professores mal remunerados e com péssimas condições de trabalho, estudantes que não recebem uma educação de qualidade e por consequência, os filhos da classe trabalhadora do nosso país tendo péssimas condições de ensino.

O governo de Dilma Roussef iniciou o ano cortando mais de 3 bilhões de reais da Educação e está propondo um novo Plano Nacional que coloca como perspectiva de financiamento o valor que precisávamos há mais de 10 anos! 

Com os votos do Plebiscito Nacional, vamos mostrar ao governo Federal que o povo brasileiro quer 10% do PIB para a Educação Pública Já, e não daqui a 7 ou 10 anos!

Com a coleta de votos, vamos envolver toda a população que de alguma forma é afetada com o descaso na Educação Pública brasileira.


É hora de arregaçarmos as mangas e ir para as ruas coletar muitos votos para o Plebiscito Nacional.

Mãos à obra!

quarta-feira, 26 de outubro de 2011

Pré congresso Maringá: Mudanças na regra dificultam a participação da categoria

O Congresso da APP sindicato deveria ser o momento mais democrático de nossa entidade. É o espaço onde fazemos um balanço da direção, do governo anterior e do atual e através do acúmulo de debates, apontando os erros e acertos, é que podemos definir com mais eficiência nossas políticas e ações para o próximo período. Deveria, mas não é o que está acontecendo.

A regra nos últimos pré congressos regionais sempre foi a participação aberta a todos/as interessados em debater as questões da categoria e depois eleger os/as delegados/as ao congresso estadual, conforme o percentual de filiados/as de cada núcleo sindical.

Mudanças de regras: burocratização e dificuldade de participação

Para o Congresso Estadual desse ano, a direção da APP - Maringá resolveu por conta própria modificar as regras do pré congresso, sem ao menos consultar representantes de base, que são eleitos/as exatamente para tomar decisões junto à direção em momentos tão fundamentais como este. Esta atitude da Direção fere os princípios básicos de uma organização democrática como deveria ser nosso Sindicato.

Para o Congresso Estadual desse ano, a direção da APP - Maringá resolveu por conta própria modificar as regras do pré congresso, sem ao menos consultar representantes de base, que são eleitos/as exatamente para tomar decisões junto à direção em momentos tão fundamentais como este. Esta atitude da Direção fere os princípios básicos de uma organização democrática como deveria ser nosso Sindicato.

Além disso, o invés de garantir a participação de todos/as os/as interessados/as e realizar o pré congresso em um dia em que não houvesse aulas, como propôs a oposição, a direção do sindicato optou por realizar o pré congresso em horário de trabalho, sem garantia de dispensa para tal atividade e ainda, decidiu limitar o número de participantes ao número de filiado/as por escola.

Ainda mais grave: se por um lado limita a participação de pessoas interessadas, por outro cria a figura do delegado/a nato, que não são poucos. Isto fere frontalmente o próprio regulamente que estabelece o/a delegado/a por escola, com o agravante de podermos ter mais delegados natos do que eleitos. 

Veja os números dos/as delegados/as natos: dezessete pessoas da diretoria, mais dezoito representante de municípios e pelo menos cento e vinte inscritas em um curso de formação do sindicato. Qual critério utilizado pela direção do sindicato para indicar esses educadores como delegados/as? Pelo simples fato de estarem matriculados no curso? Não temos nada contra a participação dos colegas cursistas, desde que todos os demais que queiram, possam participar sem restrições.

Como ficam os colegas PSS que estão filiados mas encontram-se fora da escola, sem lotação? E aqueles que estão de licença com ou sem vencimento, além dos aposentados?

Outro problema se deu em relação aos aposentados e afastados. A direção do sindicato fez uma assembleia fantasma, pois não aconteceu uma ampla convocação, nem por carta ou jornal de circulação local e elegeu aqueles/as que bem entenderam. Dessa forma também restringiram a participação dos aposentados e afastados sem lotação

 E tem mais...

Agora um agravante: se para quem ainda está nas escolas a proporcionalidade foi de 20X1 (vinte sindicalizados um delegado), para os/as aposentados/as a proporcionalidade foi de 5X1 (cinco sindicalizados um delegado). Convenhamos: isto cheira ou não cheira golpe?

A oposição APP de Luta, pela base, repudia essa atitude autoritária e antidemocrática da direção do sindicato.