segunda-feira, 20 de fevereiro de 2012
quinta-feira, 16 de fevereiro de 2012
Bloco do 'Cuscuz alegado' vai reunir trabalhadores da rede pública de educação no carnaval de Natal
João Paulo da Silva, de Natal (RN)
Este ano o carnaval de Natal ganha um brilho a mais. Organizado por trabalhadores da educação do estado e da capital, o bloco “Cuscuz Alegado” vai animar a festa com muita crítica social e irreverência, denunciando principalmente os problemas enfrentados pelo ensino público no Rio Grande do Norte e no Brasil. O bloco desfilará sua ironia pelas ruas de Ponta Negra e da Redinha e terá paródias de marchinhas tradicionais, além da música do grupo Resistência da Lata e muitas caricaturas de personagens que maltrataram a educação e os educadores em 2011.
Segundo os organizadores, também não vai faltar para os foliões aquele cuscuz caprichado e muita diversão. Para participar do bloco, basta levar uma camiseta (de preferência na cor amarela) que será grafitada na hora.
Para a professora Amanda Gurgel, uma das organizadoras do “Cuscuz Alegado”, o bloco tem o objetivo de levar alegria e reflexão social para os trabalhadores durante o carnaval de Natal. “O carnaval é tradicionalmente uma festa popular, que serve para as pessoas se divertirem, vestirem suas fantasias e satirizarem os problemas do cotidiano. O Cuscuz Alegado é para isso. É para dizer que não esquecemos, nem nos dias de festa, o que os governos fazem com a educação pública.”, destacou Amanda.
Veja a programação do bloco:
Dia 18/02 - Sábado – Ponta Negra: Concentração às 16h, na Praça do Vilarte, seguindo o cortejo oficial até o Ponto Sete.
Dia 20/02 - Segunda-feira – Redinha: Concentração às 16h, na Praça do Cruzeiro, seguindo o cortejo oficial retornando à praça.
Este ano o carnaval de Natal ganha um brilho a mais. Organizado por trabalhadores da educação do estado e da capital, o bloco “Cuscuz Alegado” vai animar a festa com muita crítica social e irreverência, denunciando principalmente os problemas enfrentados pelo ensino público no Rio Grande do Norte e no Brasil. O bloco desfilará sua ironia pelas ruas de Ponta Negra e da Redinha e terá paródias de marchinhas tradicionais, além da música do grupo Resistência da Lata e muitas caricaturas de personagens que maltrataram a educação e os educadores em 2011.
Segundo os organizadores, também não vai faltar para os foliões aquele cuscuz caprichado e muita diversão. Para participar do bloco, basta levar uma camiseta (de preferência na cor amarela) que será grafitada na hora.
Para a professora Amanda Gurgel, uma das organizadoras do “Cuscuz Alegado”, o bloco tem o objetivo de levar alegria e reflexão social para os trabalhadores durante o carnaval de Natal. “O carnaval é tradicionalmente uma festa popular, que serve para as pessoas se divertirem, vestirem suas fantasias e satirizarem os problemas do cotidiano. O Cuscuz Alegado é para isso. É para dizer que não esquecemos, nem nos dias de festa, o que os governos fazem com a educação pública.”, destacou Amanda.
Veja a programação do bloco:
quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012
CSP-Conlutas leva ao governo federal o pedido de desapropriação do Pinheirinho
Nesta segunda feira (13) o membro da Secretaria Executiva da CSP-Conlutas, Zé Maria de Almeida, foi recebido no Palácio do Planalto pelo ministro da Secretaria Geral da Presidência da República, Gilberto Carvalho, para discutir a situação dos moradores desabrigados do Pinheirinho, em São José dos Campos (SP).
Além de levar diretamente ao ministro a denuncia da violência e da violação dos direitos humanos praticados em larga escala pela PM e pelas autoridades de São Paulo durante a desocupação do Pinheirinho, Zé Maria levou também a reivindicação dos moradores, para que o Governo Federal desaproprie a área, assegurando moradia para todas as famílias no terreno onde foram injustamente expulsas pela PM.
Agregou que estão evidenciadas, por publicações da grande imprensa inclusive, uma série de irregularidades na documentação que comprovaria ser o especulador Nagi Nahas, o proprietário do terreno, e também no próprio processo de falência.
O representante da CSP-Conlutas levou ao governo a informação de que não há nenhum indício de negociação com o governo municipal ou estadual para a concessão de moradia para as famílias, o que indica que o anuncio feito pelo governador e pelo prefeito logo após a desocupação não passou de uma jogada de marketing.
O ministro reiterou as críticas que o governo federal já havia tornado públicas acerca do processo de desocupação da área e ficou de encaminhar resposta à reivindicação do movimento nos próximos dias.
Além de levar diretamente ao ministro a denuncia da violência e da violação dos direitos humanos praticados em larga escala pela PM e pelas autoridades de São Paulo durante a desocupação do Pinheirinho, Zé Maria levou também a reivindicação dos moradores, para que o Governo Federal desaproprie a área, assegurando moradia para todas as famílias no terreno onde foram injustamente expulsas pela PM.
Agregou que estão evidenciadas, por publicações da grande imprensa inclusive, uma série de irregularidades na documentação que comprovaria ser o especulador Nagi Nahas, o proprietário do terreno, e também no próprio processo de falência.
O representante da CSP-Conlutas levou ao governo a informação de que não há nenhum indício de negociação com o governo municipal ou estadual para a concessão de moradia para as famílias, o que indica que o anuncio feito pelo governador e pelo prefeito logo após a desocupação não passou de uma jogada de marketing.
O ministro reiterou as críticas que o governo federal já havia tornado públicas acerca do processo de desocupação da área e ficou de encaminhar resposta à reivindicação do movimento nos próximos dias.
segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012
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