terça-feira, 24 de maio de 2011
Ato no Núcleo Regional de Educação em Maringá
Hoje à tarde, ocorreu o ato de protocolo do Requerimento Administrativo, no Núcleo Regional de Educação em Maringá. O documento será enviado ao Secretário de Educação Flávio Ans, com cópia para o Governador do Paraná, Beto Richa e requer a observação e cumprimento da lei complementar 108/05, ou seja, que o governo não rompa os contratos dos PSSs, mas somente nos casos especificados na lei.
Após argumentação sobre a situação dos profissionais PSSs e a possibilidade de ruptura do contrato e ressaltando a necessidade da continuidade do Seviço Público, o documento requer:
a) A manutenção dos contratos PSS dos profissionais da educação e professores da rede estadual até o seu término, com as garantias legais de renovação;
b) Caso haja necessidade de ruptura dos contratos que essa se dê para exclusiva substituição por concursados que estejam retornando às suas vagas, ou aqueles chamados por concurso público, ou pelos casos já previstos em lei complementar 108/05 (art. 15º, 16º e 17º);
c) Sucessivamente, caso ocorra alguma ruptura de contrato do regime PSS, que se garanta todas as indenizações legais.
Para a oposição alternativa, os contratos devem ser de 1 (um) ano e não há motivos para que haja aditamento no mês de julho.
Após argumentação sobre a situação dos profissionais PSSs e a possibilidade de ruptura do contrato e ressaltando a necessidade da continuidade do Seviço Público, o documento requer:
a) A manutenção dos contratos PSS dos profissionais da educação e professores da rede estadual até o seu término, com as garantias legais de renovação;
b) Caso haja necessidade de ruptura dos contratos que essa se dê para exclusiva substituição por concursados que estejam retornando às suas vagas, ou aqueles chamados por concurso público, ou pelos casos já previstos em lei complementar 108/05 (art. 15º, 16º e 17º);
c) Sucessivamente, caso ocorra alguma ruptura de contrato do regime PSS, que se garanta todas as indenizações legais.
Para a oposição alternativa, os contratos devem ser de 1 (um) ano e não há motivos para que haja aditamento no mês de julho.
segunda-feira, 23 de maio de 2011
Polêmica: a direção da APP sindicato classifica a luta da oposição para o governo cumprir a lei em relação aos PSSs como eleitoreira. Será?
Muitos de nós ficamos surpresos com a saída encontrada pela direção do sindicato para tentar desqualificar a oposição e defender o governo Beto Richa de seu autoritarismo em relação aos PSSs.A direção do sindicato passa nas escolas para dizer que a oposição faz isso porque estamos em tempo de eleições do sindicato.
Vamos então entender a situação. Vamos começar com uma questão lógica:
Qual a porcentagem de PSS na nossa categoria? E quantos desses são filiados ao sindicato?
E vamos refletir: se fosse eleitoralismo, por que procuraríamos fazer justo com os PSSs, já que é uma parcela mínima destes que são filiados? Lembrem-se. Na eleição da APP só votam filiados.
Queremos lutar. E temos disposição para isso. Será correta a atitude da direção do sindicato em ir às escolas para jogar contra o ato, para chamar a oposição de terrorista, de dizer que não precisa de lutas pois já está tudo acertado com o governo?
Sim, está tudo acertado. Os funcionários foram rifados na campanha salarial no momento em que a direção do sindicato defendeu a proposta ultra rebaixada do governo de excluir os funcionários dos 25,97% e pagar em quatro vezes.
O Plano de metas mostra que esse governo vai atacar a educação, vai sucatear. A proposta de porte das escolas é um ataque duro à Escola Pública. E a merenda escolar, o que aconteceu? Só para ficar em alguns exemplos.
Os PSSs estão sofrendo ataques desde o momento da inscrição. E agora rompe o contrato no meio do ano, com 5 meses, amanhã com 3 meses, depois em um mês...até chegar o dia de receber por dia, sem qualquer vínculo com a escola. E a direção da APP? Está tudo certo, não lutem.
Sabemos que a oposição é muito pequena, apesar de toda a disposição. É fundamental que a direção do sindicato reveja sua política e chame a categoria à luta. Precisamos começar a nos impor frente ao governo desde já. E esse é o momento. Quem está contra a lei é o governo, não somos nós.
Que a APP pare de atacar aqueles que querem lutar e chame a categoria a atacar o governo.
Vamos então entender a situação. Vamos começar com uma questão lógica:
Qual a porcentagem de PSS na nossa categoria? E quantos desses são filiados ao sindicato?
E vamos refletir: se fosse eleitoralismo, por que procuraríamos fazer justo com os PSSs, já que é uma parcela mínima destes que são filiados? Lembrem-se. Na eleição da APP só votam filiados.
Queremos lutar. E temos disposição para isso. Será correta a atitude da direção do sindicato em ir às escolas para jogar contra o ato, para chamar a oposição de terrorista, de dizer que não precisa de lutas pois já está tudo acertado com o governo?
Sim, está tudo acertado. Os funcionários foram rifados na campanha salarial no momento em que a direção do sindicato defendeu a proposta ultra rebaixada do governo de excluir os funcionários dos 25,97% e pagar em quatro vezes.
O Plano de metas mostra que esse governo vai atacar a educação, vai sucatear. A proposta de porte das escolas é um ataque duro à Escola Pública. E a merenda escolar, o que aconteceu? Só para ficar em alguns exemplos.
Os PSSs estão sofrendo ataques desde o momento da inscrição. E agora rompe o contrato no meio do ano, com 5 meses, amanhã com 3 meses, depois em um mês...até chegar o dia de receber por dia, sem qualquer vínculo com a escola. E a direção da APP? Está tudo certo, não lutem.
Sabemos que a oposição é muito pequena, apesar de toda a disposição. É fundamental que a direção do sindicato reveja sua política e chame a categoria à luta. Precisamos começar a nos impor frente ao governo desde já. E esse é o momento. Quem está contra a lei é o governo, não somos nós.
Que a APP pare de atacar aqueles que querem lutar e chame a categoria a atacar o governo.
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